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O Bem do Mar (Teatro Leblon)

 

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Baia de Todos os Santos, dos mares de Yemanjá. Do mar de amor e inspiração de Dorival Caymmi! Bela homenagem de Antonio De Bonis, veterano no mundo dos musicais, desde 1989, com Lamartine, Orlando Silva,etc... Declara ele que , desde então , sua proposta é conceber o espetáculo a partir da música. Temos então aqui nada menos do que 68 composições de nosso ícone. Há um roteiro de três partes: Bahia, lembranças Copacabana by Night, anos 50 - História dos Pescadores. Assim vão surgindo as cenas na simplicidade e força de beleza pura das coisas da Bahia.

 

A cortina se abre para um palco despojado: a orquestra ao fundo, semi escondida, sob um painel de gaze; Também painéis de gaze branca dividem, nas laterais, os bastidores. Ao centro um quiosque com balangandãs, santos, berimbaus. Há cestas e redes espalhadas ao redor. E da música surgem os cantos, danças, expressões corporais. Belas composições, em movimentação coreografada, passando também por capoeira apresentada com elástica beleza. E vão se formando os quadros típicos. Admirável elenco que canta e dança tão bem, tomado pelo feitiço sensual do ritmo afro brasileiro.

 

A sucessão compacta das músicas de Caymmi vai criando contágio intenso no elenco e público. Temos , na ordem do roteiro, romances e requebros sobre “Modinha da Gabriela”, “ Lá vem a Bahiana”, “Requebra que dou um Doce” , etc... "Saudades da Bahia”, “ O que é que a Bahiana tem”, “Você já foi à Bahia”, “ O Samba da minha Terra” cantam a noite feérica de Copacabana. A chave de ouro vai para o mar e os pescadores onde Dorival Caymmi põe toda a alma e coração. No drama, lirismo, prazer e dor: “ O Mar”, “ O Vento”, “ A Jangada Voltou Só”, “ É Doce Morrer no Mar”... Palavras de Antonio De Bonis: “ Música e poesia se materializam no palco acrescidas da inspiração de Pierre Verger, da pintura de Carybé e da literatura de Jorge Amado”. E paira em tudo o fervoroso misticismo na procissão de flores, rezas e cultos a Yemanjá. Beleza pura !Salve a Bahia Senhor! Odoiá !... Concepção e direção Antonio De Bonis – Roteiro Antonio De Bonis e Douglas Dwigth- Direção Musical e Arranjos Vocais Ricardo Rente - Arranjos Ricardo Rente, Wagner Tiso, Leandro Braga – Cenário Sergio Mendes- Iluminação Aurélio de Simoni - Coreografia Jaime Arôxa- Elenco: Ana Velloso, Dandara Mariana, Daúde, Dério Chagas, Fábio Ventura, Fael Mondego, Flávia Santana, Gabriel Tavares, Izabella Bicalho, Lilian Valeska, Marcelo Capobiango, Marcelo Vianna, Patrícia Costa e Thiago Thomé. Tamara Mello

 
Coluna Verde: Diga não às sacolas plásticas

 

As sacolas plásticas amplamente usadas nos supermercados indicam o crescente aumento do consumo entre os brasileiros. Por ano milhares de sacolas são utilizadas na maioria dos mercados, muitas vezes duplamente para serem mais resistentes. Em parte são descartadas juntamente com o lixo doméstico, que por falta de sistemas eficientes de reciclagem terminam em aterros sanitários levando muitos anos para se degradarem. E é neste ponto que reside o grande problema das sacolas descartáveis. Elas levam muito tempo para desaparecer da natureza, e por conseqüência dificultam também a degradação de seu conteúdo.

 

O excesso de sacolas, quando é descartado nas lixeiras, acaba sujando as ruas e entupindo bueiros e bocas de lobo, e quando acabam nos oceanos prejudicam a vida de milhares de animais marinhos que acabam ingerindo este material, o que gera a morte por intoxicação destes animais. O que devemos ter consciência na hora de embalarmos nossas compras é que existem muitas alternativas para a redução deste problema e que com simples atitudes podemos minimizar estas tristes conseqüências. Ao comprarmos  volumes pequenos devemos recusar as sacolas plásticas e levarmos conosco em bolsos e bolsas, ou até mesmo diretamente na mão, sacolas que nos são oferecidas diariamente. Não somente em nossos lares como também nos supermercados, nos quais as compras devem ser acondicionadas em caixas de papelão abundantes nestes estabelecimentos. Como alternativas para substituir as embalagens plásticas, temos o uso de sacolas retornáveis, chamadas de ecológicas, para acondicionar as nossas compras nos mercados e feiras. O que devemos fazer é incorporar a prática de levarmos conosco na hora da ida aos mercados, para assim usarmos inúmeras vezes ao longo dos anos.

 

Tal prática depende exclusivamente do nosso compromisso com a natureza e as vantagens também aparecem na hora de transferirmos as compras para os automóveis e dos automóveis para as residências. O Ministério do Meio Ambiente, apoiado por entidades ambientalistas, realizou no dia 15 de outubro o “Dia sem Sacola Plástica”. A intenção foi conscientizar a população para reduzir o uso dessas embalagens e aderir as sacolas retornáveis. O importante é que atitudes continuem a serem tomadas para reduzir o consumo das sacolas plásticas, pois este é um problema real no presente, e será muito maior no futuro. A iniciativa deve partir tanto das empresas que oferecem este tipo de embalagem, como do consumidor, que conscientemente deve deixar de utilizá-las.

 

mario_edited

 

Mario Moscatelli – Biólogo
Mestre em Ecologia e Professor de Gerenciamento de Ecossistemas da UNIVERCIDADE

 

 
Mania de Web de Outubro com Karla Lopes

mania de web

 

O mundo está passando por  grandes mudanças e um dos avanços tecnológicos mais usuais e que teve enorme repercussão na forma de se comunicar é o Email ou Correio eletrônico. Em duas décadas,tornou-se bastante popular e sua utilização cresceu exponencialmente mas com isto cresceu também a necessidade de protocolos de utilização, que inclui algumas regras básicas de comportamento, elegância e eficiência. Neste mês o Mania de Web dá algumas dicas para um bom uso dos emails.

 

A etiqueta do correio eletrônico

 

Não se esqueça da Saudação. Lembre-se de começar seu email com Prezado (a) Senhor (a) e terminar com atenciosamente. Se for uma pessoa amiga, não se esqueça de dar uma saudação (Olá fulano) e se despedir. 


Acentuação

 


Alguns programas não aceitam acentos. Evite caracteres diferentes como & e outros, use somente em caso excepcional.

 

Uso de maiúsculas


Caixa alta (letras maiúsculas) no texto significa que você está gritando. Prefira a caixa baixa (letras minúsculas). Para enfatizar palavras você pode utilizar caracteres como o asterisco (*) e o sublinhado (_) para dar ênfase a determinadas palavras.


Anexos


Só envie anexos (attachments) acima de 50KB em caso de absoluta necessidade ou com a aceitação prévia do destinatário. Um bom caminho para reduzir o tamanho de seus anexos é compactá-los, usando um programa como o Winzip.


Texto formatado


Alguns programas de e-mail não aceitam textos coloridos, em itálico ou em negrito. Tenha isto em mente, antes de criar um e-mail
cheio de enfeites.

 

Verifique o destinatário

 

Quando responder mensagens de um membro do grupo verifique se a mensagem não será enviada por engano para a lista. Cheque o campo From: da mensagem que está sendo respondida.


Diversos destinatários


Quando quiser enviar mensagens a diversas pessoas, não às coloque visível no campo envie, opte por cópia oculta, para que todos recebam e ninguém veja quem mais recebeu sua mensagem. Clique no campo cc, que abrira uma caixa com opção cco (cópia oculta), cole os destinatários e envie assim ninguém sabe que outros receberam também.


Karla Lopes
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Gestora de Conteúdo
Especialista em Mídias Digitais

 

 
Coluna Verde

Olho para minhas filhas e penso o que será desse planeta  nos próximos vinte anos. Enquanto penso, desmata-se menos, mas ainda muito além do aceitável dentro e fora do Brasil, diante do que já destruímos sem piedade, de forma míope, criminosa e irresponsável. Vejo as ondas do mar e apesar daquela aparente tranqüilidade e daquele céu límpido, sei que os oceanos sobem 3 mm por ano, mas o degelo generalizado provocado pelo aquecimento global poderá elevar os mares não apenas 50 cm até 2100, mas em um metro! Seria o fim de muitas cidades costeiras e de inúmeros estados insulares que desapareceriam sob a ação das ondas. Fico sabendo que gases mais poderosos que o dióxido de carbono, como o metano vêm sendo liberados de forma crescente na atmosfera proveniente do fundo dos oceanos como também da vegetação em decomposição que estava “adormecida” no gelo.


Diante de tantos alertas que nosso planeta tem dado em relação ao desequilíbrio gerado pela intervenção humana nos seus mecanismos de equilíbrio, suspiro e penso novamente nas crianças. Não apenas nas minhas, mas em todas e de todos os continentes, pois serão elas, com toda a certeza que pagarão por nossa apatia diante da falta de ação concreta de nossos líderes políticos. O tempo é nosso maior inimigo, visto que tudo que não precisava ser feito continua sendo  feito, isto é, muita conversa e pouca ou quase nenhuma ação individual e coletiva para a redução da emissão de gases poluentes.


Um excesso de boas intenções e quase a falta generalizada de pressão da sociedade em direção às políticas públicas  ambientalmente sustentáveis. A bomba ambiental foi armada há algumas gerações atrás e já começa a explodir em Santa Catarina e em outras partes do mundo de forma clara por meio de furacões, secas, inundações e incêndios sem precedentes. Resta saber se a humanidade será suficientemente inteligente para tomar ações concretas visando resguardar o futuro para as nossas crianças ou seremos demasiadamente arrogantes e continuaremos agredindo quem nos gerou numa ação suicida.
A decisão é apenas nossa.

 

mario_edited

 

Mario Moscatelli – Biólogo
Mestre em Ecologia e Professor de Gerenciamento de Ecossistemas da UNIVERCIDADE

 
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