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Gripe Influenza A Vírus H1N1

 

 

Nesse momento de tanta apreensão, no qual vidas humanas estão em jogo, não poderíamos deixar de comentar esse assunto. É lamentável o que está acontecendo com a população mundial, e o que alguns políticos, inclusive o Ministro da Saúde estão fazendo, tentando reduzir os efeitos da gripe A. Segundo a OMS- Organização Mundial de Saúde,  cerca de 2 bilhões de pessoas deverão contrair a doença até o fim da pandemia. (Está grifado de propósito...) E ainda, vem com a afirmativa de que ninguém sabe o número de pessoas que foram infectadas até agora, e ainda, que o número final não será conhecido, pois alguns casos leves passaram despercebidos. O boletim informa ainda que, entre 15% a 45% da população do mundo terá sido infectada até o fim da pandemia. A gripe é um problema seríssimo para a raça humana.

 

No Brasil, inicialmente, as autoridades federais orientavam para que em havendo febre e outros sintomas, os pacientes se dirigissem aos hospitais e postos de saúde.
Todos os hospitais e serviços ficaram sobrecarregados, pois para lá se dirigiam pessoas com gripe comum, e devido a demora no atendimento e a proximidade com doentes portadores, acabavam por pegar a doença.

 

Já as autoridades estaduais e municipais, pediam para que as pessoas não se dirigissem aos serviços de saúde, e montaram um call center para triagem e esclarecimentos.
É claro que ninguém quer alarmar a população, mas quando se trabalha com o imponderável, o melhor mesmo é prevenir.

 

Em 28 de junho o prefeito Eduardo Paes, após ter conhecimento de oito mortes em um dia, reuniu-se com os secretários de saúde do município e do estado e fez um pronunciamento tranqüilizador à população, e dizia que não havia motivo para alarde, nem para fechamento de escolas ou empresas em que haviam constatado pessoas infectadas com o vírus.
A situação de lá para cá se tornou caótica nos hospitais públicos e privados. O número de casos e mortes aumentou. No Barra D’Or, na semana passada, ninguém era atendido com menos de 2 horas de espera.

 

O Ministério da Saúde informou em final de julho, que os exames feitos pela Fiocruz , pelo Instituto Adolfo Lutz e pelo Instituto Evandro Chagas, confirmaram a presença do novo vírus em 60% do exames realizados. E deixou a critério dos estados a suspensão das aulas. Portanto, é acertada a decisão de adiar o início das aulas nas creches  e escolas públicas  para 10 de agosto, apesar disso dividir a opinião dos especialistas. Cinco estados adotaram a providência, e são 14 milhões de alunos sem aulas.

 

No Rio, algumas escolas particulares chegaram a iniciar as aulas no dia 27, e depois suspenderam, por falta de alunos e muitos casos de gripados, e concordaram em seguir a recomendação do estado e do município. No momento, já se discute novo adiamento para 17 de agosto, ainda não confirmado. A medida é importante para que as condições climáticas melhorem, para que o tempo de incubação e de transmissão da doença (de 7 a 14 dias) também atravesse o período crítico, e para que as equipes de professores sejam treinadas quanto a procedimentos de higiene e prevenção.

 

Uso de cinto de segurança

 

O uso de cinto de segurança é obrigatório quando estamos viajando de carro. A medida tem comprovadamente, salvo muitas vidas, em caso de acidente.
Fico pasmo vendo mães e pais permitirem ao viajarem de avião, que seus filhos fiquem sem cinto, e o que é pior, que as crianças fiquem brincando pelos corredores em pleno vôo como se já estivessem na Disney. Fica o aviso para terem em mente o acidente com o avião da Continental, no qual  devido a um vácuo, 26 pessoas ficaram feridas por não usarem o cinto de segurança, obrigando o avião a fazer pouso em Miami.

 

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Clóris Miranda 
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Agosto/2009