Em 2014, durante o período de campanha eleitoral, o Pastor Everaldo foi acusado de ter espancado na ex-mulher, Katia Maia. Segundo reportagem publicada na época, pelo jornalista Lauro Jardim, o presidente do PSC responderia por processo no Superior Tribunal de Justiça.

Na ação, há relatos de “chutes e socos, o que causou a perfuração da membrana timpânica” de Katia. O pastor afirma que agiu em legítima defesa depois de uma perseguição de carro pelas ruas do Rio de Janeiro.

Segundo o jornalista, em 2012 o pastor foi condenado na primeira instância a pagar para a ex- -mulher uma indenização de 84.450 reais por danos morais e materiais.

Apesar das acusações, o pastor ao ser questionado pelo jornalista Fernando Rodrigues, do jornal Folha de S. Paulo, durante o debate promovido pelo SBT, na época, negou as denúncias: “ Fui casado 22 anos com a mãe dos meus filhos, mas não tive êxito. Depois do meu relacionamento tive um relacionamento com essa pessoa citada, e por unanimidade o tribunal do Rio de Janeiro me livrou dessa acusação. Eu nunca agredi uma mulher, minha política é a favor da família. Eu sou uma pessoa que luto pela família, e tenho exemplo de como se deve tratar uma família. Nunca agredi ninguém”, afirmou.