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Responsável por composições de hits da cantora e atriz Larissa Manoela, e pela direção de mais de 20 projetos audiovisuais do grupo Afroreggae, Xande Pilares e MC Koringa, o músico e produtor Lil T lança neste ano o disco “Meu Samba é Rock and Roll”, além de um DVD gravado em 2018.

Confira na íntegra:

Qual a expectativa para o ano de 2020? Quais as principais novidades que o público pode esperar?

Pretendo divulgar bastante o projeto “Meu samba é Rock and Roll”, que já comecei há bastante tempo e agora está tomando forma. Sinto que o público conseguiu entender o meu objetivo de juntar a guitarra com o samba, além de todas as outras influências que trago. Também gravei agora um “ao vivo” para a Rádio Metrô, que é umas maiores rádios do Rio Grande do Sul, e será lançado também este ano. Fora também a expectativa de gravar um novo DVD.

A Barra da Tijuca e Jacarepaguá fazem parte de uma região rica em cultura musical. Como é fazer parte desse nicho?

Com certeza essa região tem muita cultura musical espalhada, acho que por possuir muitos bares, muitos dos quais já tive oportunidade de cantar. Além do fato da região da Barra da Tijuca contar com muitas boates, reunindo a galera da zona norte, da zona sul e da zona oeste para curtir música. Também já tive oportunidade de tocar em várias dessas boates e sempre fui muito bem recebido. É um local onde a juventude se encontra para curtir um som, então para mim é muito importante ter feito e ainda fazer parte disso.

Você tem a característica de trabalhar com diversos ritmos diferentes. Como é viajar entre tantas diferenças?

Como minha família é do samba e eu passei grande parte da vida como baterista, tocando Rock, eu sou muito eclético. A partir dos 25 anos comecei a produzir funk. Na minha, visão a musicalidade é um ponto muito importante para conseguir flutuar entre esses ritmos. Me considero muito musical. Esses ritmos somam musicalidade, somam para o produtor artístico do “LIL T”. Como eu produzo rock, samba e funk, o meu objetivo é justamente misturar essas vertentes dentro do meu trabalho como cantor.

Acredito que trabalhar com vários tipos de músicas faz você crescer como pessoa, porque convive com pessoas diferentes. O cara que canta funk tem um linguajar diferente do cara que canta samba, que tem um linguajar diferente do cara que canta sertanejo. Aprender a lidar com essas diferenças me faz estar em constante evolução como ser humano e isso agrega muito, não só no lado profissional, mas também no pessoal.

 

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