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 O Vasco, que costumava treinar em São Januário, adquiriu neste ano o CT das Vargens, localizado em Vargem Pequena, e o rebatizou de CT do Almirante. A estrutura é do Cruzmaltino pelos próximos três anos e, mesmo encarando uma fase de reestruturação financeira, o clube reduziu os custos e montou uma estrutura para atender as necessidades do elenco e comissão técnica, como explica Rodrigo Saavedra, vice-presidente de patrimônio: “conseguimos fazer um melhoramento, apesar da situação orçamentaria do clube, fizemos um malabarismo com uma redução drástica de despesas, conseguimos mais de 50%, graças a otimização da mão de obra. O Vasco precisou ter um CT e surgiu a possibilidade de usar o CT das Vargens. Estamos satisfeitos com ele”.

Tendo encontrado um local sem muita estrutura, o clube precisou de trabalho duro para levar modernidade ao CT. Atualmente, o local possui dois campos de treinamento (tratados pela melhor empresa de gramas do Brasil, de acordo com a diretoria), uma sala de musculação e fisioterapia, sala de nutrição, repouso e a implementação de containers, que vieram para substituir os vestiários que eram precários, de acordo com o próprio dirigente: “os containers foram a solução, que não são provisórios. É uma pratica usada por vários clubes. As instalações mais que atendem os nossos jogadores”, explica.

Outra parte trabalhada por Saavedra, e que contou com a colaboração do diretor de patrimônio Marcelo Borges, foram as adequações para a imprensa trabalhar: “fizemos um trabalho bacana na sala de imprensa. No início, as entrevistas aconteciam num local inapropriado, mas resolvemos isso. A sala também serve para a comissão técnica fazer palestras. No segundo andar é uma espécie de mirante para a observação do treino pelos jornalistas de forma privilegiada”, explica o vice presidente.

Essa primeira fase de estruturação do CT do Almirante é considerada a mais importante. Mesmo sem indicar prazos, Saavedra diz que daqui em diante virão os aprimoramentos na estrutura. O local será do Vasco até o final da atual gestão, que se encerra em 2020. Mas ele pode ser renovado, se o clube desejar. Entretanto, o dirigente admite que o clube deve buscar voos mais altos no futuro: “o CT não é o ideal para o Vasco da Gama ainda, que é um os cinco maiores clubes do Brasil e um dos maiores do mundo, um CT adequado teria, no mínimo, seis campos, e é um projeto que temos, mas vamos utilizar a estrutura que temos contrato”, explica.