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E se você fosse convidado para uma festa de Bodas de Prata de quatro pessoas? Não, não se trata de um casamento fora dos padrões e nem mesmo de uma comemoração dupla entre casais amigos. Essa confusão é, na verdade, o enredo da peça “Três casamentos, uma história”, que estará em cartaz a partir de agosto no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca.

Sob a direção de José Lavigne, o público acompanha a vida amorosa de Joana, uma mulher à beira dos 50 anos em busca de um sonho: festejar 25 anos de casamento. Para isso, ela decide somar o tempo em que esteve com cada um de seus três ex-maridos, que acabam reunidos em um jantar sem saberem de nada. A partir daí, a plateia é convidada a dar boas risadas com DRs e se divertir diante de revelações inusitadas.

 

Foto: Divulgação

 

Naura Schneider, que dá vida à personagem principal, comenta sobre a fácil identificação das mulheres: “fomos criadas para um tipo de relacionamento que nem sempre cabe na nossa vida real. E aí adaptamos o sonho de acharmos a felicidade com a primeira pessoa com quem nos relacionamos. Joana é assim: ela se adaptou, mas também quer ter o seu espaço”, explica a atriz, que ainda avalia a escolha pelo casamento: “Cada pessoa tem suas particularidades e exige um ‘prestar a atenção’ diferente. Queremos que a relação seja duradoura. Casar é uma experiência fantástica e arriscada, mas vale a pena”, enfatiza.

No decorrer da peça, somos apresentados ao personagem de Henri Pagnocelli, Pedro, o primeiro marido e com quem Joana ficou mais tempo, 13 anos. Mais careta e menos flexível, é visto como o mais destoante dos três: “ele é o que mais questiona, o que mais coloca Joana contra a parede”, conta Pagnoncelli. Já Octávio, interpretado por Marcos Breda, é o personagem imprevisível: “Ele sai do armário durante o casamento e torna-se um bom amigo para a ex-esposa”, define Breda. Por fim, Maurício Pitanga é quem dá vida ao último marido, Gabriel, que é o mais novo do grupo, inclusive mais novo que a própria Joana: “o preconceito precisa ser erradicado, o importante é amar e ser feliz”, afirma Pitanga. O ator complementa: “as pessoas precisam parar de falar da vida dos outros”.

Para o diretor José Lavigne, a peça promete surpreender e arrancar sorrisos: “o autor Cláudio Torres Gonzaga criou jogos cênicos para contar a história. O público vai mesmo se divertir”, garante.

O espetáculo entrará em cartaz no dia 3 de agosto e poderá ser assistido às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h. Para mais informações e reservas: (21) 3325-1645 ou ingresso.com.