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Por Cloris Miranda - Jornalista e Economista

Dizem que cada país, ou cada povo, tem o governo ou os governantes, que merece... Afirmação injusta!!!

Aliás, muito injusta em se tratando ao nosso povo brasileiro, hoje sofrendo as conseqüências da maior crise política de nossa história, com seus efeitos nefastos na economia, enorme retrocesso no desenvolvimento da nação, " banhada" por escândalos de corrupção de seus maiores líderes, políticos e empresários, corruptores passivos e ativos, deixando uma realidade exposta de mais de 14 milhões de desempregados.
Levantamentos preliminares indicam desvios de corrupção da ordem de R$ 300 bilhões de 1970 até os dias de hoje, pós governos do PT/PMDB,
agravado nos governos dos presidentes Lula e Dilma, acusados nas mais recentes delações da JBS, de manterem contas no exterior de mais de R$
150 milhões, apenas pelas delações dos irmãos Batista.

O povo foi para as ruas pelo impedimento da presidente Dilma o que conseguiu, e continuará a luta, contra o governo Temer, e contra a corrupção generalizada em todos os níveis de governo, seja municipal, estadual e federal, e em todas as esferas de poder, seja do executivo, legislativo e judiciário.

Hoje, esta luta está longe de ser vencida, porém, o povo brasileiro, uma nação pacífica que busca o progresso e um desenvolvimento sócio-econômico crescente, não desiste... e exige a apuração de todos os desvios e abusos cometidos pelas autoridades públicas, e a punição de seus representantes eleitos por meios fraudulentos, através de formação de quadrilha, caixa 2 e abuso de poder econômico.

As reformas da legislação trabalhista e previdenciária "patinam" em meio a turbulência política, motivada pelas conseqüência da operação Lava-Jato e seus desdobramentos.

A Economia resiste e dá sinal de recuperação, protegida por forte atuação do Ministério da Fazenda e do Banco Central, e se mantém até certo ponto "blindada"... mas até quando? Precisamos das reformas mais do que nunca e com urgência. Neste momento não dá para ser perfeccionista.

O emprego precisa ser estimulado, e flexibilizadas suas regras, uma das maiores cargas de impostos do mundo. A previdência, cujo déficit só aumenta, seria muito beneficiada, por um simples aumento da idade mínima, para homens e mulheres, como acontece nas principais economias mais
desenvolvidas, pois o cálculo atuarial tem por referencia a longevidade cada vez maior do ser humano.

Perdemos mais uma década de desenvolvimento econômico, ou até mesmo de uma geração, com o desvio dos R$300 bilhões pela corrupção. Deixamos de melhorar nossa infraestrutura de transportes e estradas, deixamos de construir hospitais, escolas e creches que trariam enormes benefícios sócio-econômicos para nossa tão sofrida população. As universidades estão em decadência. Deixamos de melhorar a segurança dos municípios e
cidades, e hoje o Brasil detém a estatística de ter 10% dos homicídios no mundo... Estamos entre os últimos colocados nas várias estatísticas
internacionais, e entre os países que criam mais dificuldades para os negócios no mundo.

Não podemos perder a esperança, somos uma grande nação e um povo que merece melhores governantes e políticos.

Até agora fomos enganados e manipulados por partidos e políticos inescrupulosos.

Isso pode mudar, mas vai depender de como vamos escolher nossos novos representantes em 2018. Em nossa preferência certamente não deverão constar os mais de 1800 envolvidos com a JBS e outros tantos com as empreiteiras. Só depende de nós...

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Certa vez, conversando com um comandante da Policia Militar, perguntei a ele o porque de aos sábados , domingos e feriados, ou após as 18h, praticamente não existirem unidades da PM de prontidão em nosso bairro.

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As delações do presidente do grupo JBS trouxeram novas informações importantes para o desenvolvimento da operação lava-jato, como se fosse um tsunami envolvendo o ex-candidato a presidência da república Aécio Neves, e o que é pior, atacando diretamente o presidente Temer

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