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Na noite deste sábado (20), formandos de sete faculdades do Rio não tiveram a formatura realizada, porque a empresa contratada, Aloha Formandos, não apareceu no local (Ribalta). Um cartaz foi afixado pela administração do espaço de eventos explicando que a empresa responsável não honrou com os compromissos firmados com fornecedores e não abasteceu o local com suprimentos.

A festa iria reunir 2 mil pessoas e foi paga por cerca de 140 alunos, no qual cada um deles desembolsou R$ 3.500 e mais uma taxa de R$ 250 pelo evento unificado. A estimativa é de que a empresa contratada, Aloha, tenha recebido mais de R$ 500 mil para a realização do evento que não aconteceu.

O caso foi registrado na 16ª DP, na Barra e na 42ª DP, no Recreio.

Aloha Formandos já se envolveu em mais polêmicas

Em maio de 2018, a empresa Aloha Formandos se envolveu em outra polêmica. Uma adolescente de 17 anos relatou que sofreu um estupro, durante uma reunião que a empresa realizou para sua turma, no Rio de Janeiro. A adolescente contou que havia bebida alcoólica no local para menores e que todos os alunos tiveram que entregar seus celulares na entrada do evento, que aconteceu na sede da própria empresa, no Centro da Cidade. 

A adolescente relatou o ocorrido para seus pais, que a levaram para a Delegacia da Mulher e ao Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito, além de levá-la também ao Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, onde recebeu o coquetel anti-HIV.