Metrô: O queridinho da Barra!
O Metrô passa operar plenamente e Linha 4 muda a vida de toda a região
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Nova frequência amplia a conexão entre as capitais e acompanha o avanço do turismo no Maranhão
Parece que foi ontem o momento de êxtase que o estado do Rio de Janeiro viveu com o maior evento esportivo do planeta, tudo funcionava
O encontro dos diretores e gerentes gerais dos hotéis cinco estrelas cariocas, organizado pelo HotéisRIO, realizou sua segunda edição do ano, nesta terça-feira (10), no Windsor Barra Hotel, tendo como pauta questões trabalhistas e de qualificação de mão de obra.
O presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, deu as boas-vindas aos convidados e destacou as dificuldades operacionais do setor hoteleiro diante das novas exigências da legislação trabalhista. “Buscamos alinhamento institucional sobre procedimentos e critérios fiscalizatórios”, destacou o anfitrião.
Claudio Secchin, secretário Municipal de Trabalho e Renda, ressaltou a importância da qualificação das equipes, pois funcionários bem treinados representam da melhor forma possível a imagem de cada estabelecimento. “Assumi em outubro passado com a proposta de priorizar o caminho do diálogo. Nosso ministro preconiza que o diálogo é fundamental para apoiar o desenvolvimento dos setores e apostamos nessa estratégia”, afirmou.
Já o subsecretário de Trabalho e Qualificação, Antônio Charbel José Zaib, afirmou que acompanha o setor de perto e entende o desafio das empresas para adequar as operações à nova legislação. “Hoje, no Rio de Janeiro, reconhecemos duas grandes indústrias que alavancam a economia, o turismo e a construção civil. E merecem um olhar diferenciado. Dentro do turismo, a hotelaria se destaca como um cartão postal da cidade. É importante que o setor fortaleça os canais de diálogo em Brasília, com os que tomam as decisões que tanto impactam suas operações. Aqui no Rio, temos buscado atuar em conjunto, como a realização da Feira de Empregabilidade, que terá uma nova edição em maio”, comentou.
Ao fim, o presidente da ABIH-RJ, José Domingo Bouzon, defendeu a negociação via as entidades empresariais e laborais, que conhecem as peculiaridades dos serviços hoteleiros e buscam o equilíbrio para atender as necessidades dos profissionais da área. “Muitas funcionárias, por exemplo, preferem a folga em dias de semana. É quando conseguem resolver questões pessoais, como reuniões na escola do filho”, explicou.
“Os ônibus articulados do BRT estão se partindo ao meio por causa da superlotação e da pavimentação malfeita”.
Por: Clara Santa Rosa
A procura de turistas estrangeiros pela Barra da Tijuca cresce de forma expressiva, consolidando o bairro como um dos destinos preferidos dos visitantes latino-americanos no Rio de Janeiro. Antes concentrado majoritariamente na Zona Sul, esse público tem ampliado sua presença na Zona Sudoeste, acompanhando o recorde histórico da cidade, que recebeu mais de 2,1 milhões de turistas internacionais em 2025.
Entre os fatores que explicam essa mudança estão a oferta de hotéis de qualidade com preços mais competitivos em comparação à Zona Sul, a facilidade de acesso por diferentes meios de transporte e a presença de atrações de ecoturismo fora do roteiro tradicional. Praias extensas e bem cuidadas, além de espaços urbanos mais modernos e amplos, também contribuem para o novo protagonismo da região.
Em agosto de 2025, a Barra passou a contar com um serviço de shuttle turístico, resultado de uma parceria entre o Sindicato de Hotéis e Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) e o Grupo Via Capi. O ônibus transporta visitantes diretamente dos hotéis para trilhas, praias, restaurantes e pontos turísticos entre o Jardim Oceânico e Grumari, facilitando o deslocamento e ampliando a experiência dos turistas.
Além de se firmar como um novo polo econômico da cidade, a Barra oferece áreas de lazer e convivência que vêm atraindo estrangeiros, como a Rua Olegário Maciel e a Ilha da Gigóia. O comércio e os serviços locais também têm se adaptado ao novo público, com cardápios bilíngues, atendimento em outros idiomas e investimentos na capacitação de funcionários.
Entretanto, apesar dos avanços da Barra da Tijuca no setor turístico, a Zona Sul segue como o principal cartão-postal do Rio de Janeiro e mantém seu status entre os estrangeiros, especialmente os que visitam a cidade pela primeira vez. Bairros como Copacabana, Ipanema e Leblon continuam como referência internacional pela paisagem e proximidade com pontos turísticos tradicionais, concentrando, assim, grande parte da rede hoteleira carioca.
A expectativa é que o setor turístico injete cerca de R$12,8 bilhões na economia da cidade, reforçando a importância de estratégias voltadas à cultura e às preferências dos visitantes estrangeiros.