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A TWOFLEX Aviação Inteligente Ltda., uma das principais empresas aéreas a operar com aviões de médio porte no país, acaba de obter junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) autorização para operar uma conexão aérea inédita batizada de Ponte Barra/Congonhas, do Aeroporto de Jacarepaguá (SBJR), no Rio de Janeiro, ao Aeroporto de Congonhas (CGH), em São Paulo.

Por conta da capacidade operacional do Aeroporto de Jacarepaguá, a aeronave que será utilizada nos trechos ligando as capitais será o Cessna Grand Caravan, com capacidade para nove passageiros. Este modelo compõe a frota de 18 aeronaves da TWOFLEX.

“Queremos atender os mais de 700 mil moradores da Barra da Tijuca, que passarão a ter uma nova opção de deslocamento aéreo para São Paulo, principalmente para viagens de negócios”, afirma o presidente da TWOFLEX, Rui Aquino.

Os voos da Ponte Barra, cuja base será no Aeroporto de Jacarepaguá, terão duração de, aproximadamente, 1 hora e 15 minutos, e estão previstos para começar em 28 de outubro próximo. Serão realizados de segunda-feira a sexta-feira, com três horários de partida do Rio de Janeiro e outros três de São Paulo.

Segundo registro da operação aérea da TWOFLEX na ANAC, a aeronave irá decolar às 6h, às 10h50 e às 17h10 do Rio de Janeiro, e pousará às 7h15, às 12h10 e às 18h30 em São Paulo, respectivamente. Já os trechos de volta partirão de Congonhas às 7h45, 12h40 e 19h, com chegadas em Jacarepaguá às 9h05, 14h e 20h10, respectivamente.

A TWOFLEX recentemente foi autorizada pela ANAC a operar na pista auxiliar do aeroporto de Congonhas. Para estes voos, cada passageiro poderá despachar bagagem com até 23 kg e embarcar com uma mala de mão com até 10 kg.

Todos os procedimentos da ANAC serão cumpridos normalmente nos voos da Ponte Barra e a expectativa é de que a ocupação média da aeronave seja bem representativa. A capacidade de transporte é de 54 passageiros por dia.

Com a criação da Ponte Barra, a TWOFLEX reafirma sua proposta de operar no modelo americano denominado Essential Air Services (EAS), que liga os principais aeroportos e grandes hubs a aeroportos de grandes centros ainda não atendidos pela aviação comercial.

Cada trecho deve ser comercializado a partir de R$ 550,00 e as vendas das passagens estão previstas para começar a partir da primeira semana de outubro.