O Recreio Shopping é um dos finalistas do Prêmio Abrasce 2026, principal premiação do setor de shopping centers do país, com o projeto “ParaSurf Recreio Shopping – Ondas de Inclusão”. A iniciativa concorre na categoria Newton Rique de Sustentabilidade – ESG e reconhece ações voltadas para impacto social, acessibilidade e inclusão. O case destacou a promoção de experiências transformadoras para pessoas com deficiência por meio do esporte e da convivência social.

Desenvolvido em parceria com o Instituto Novo Ser, o projeto ofereceu a atletas PCD e seus familiares uma imersão no universo do surf com estrutura adaptada, acolhimento e incentivo à participação ativa dos envolvidos. A proposta buscou ampliar o acesso ao esporte, fortalecer vínculos e estimular a inclusão em atividades ao ar livre, reforçando o compromisso do shopping com ações de impacto social positivo.

“Estar entre os finalistas do Prêmio Abrasce é motivo de muito orgulho para todos nós. O ParaSurf Recreio Shopping nasceu com o propósito de promover inclusão de forma genuína, criando experiências inesquecíveis e acessíveis para pessoas com deficiência e suas famílias. Esse reconhecimento reforça a importância de iniciativas que impactam vidas e contribuem para uma sociedade mais acolhedora e inclusiva”, afirmou Paulo Magalhães, gerente de marketing do Recreio Shopping.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 25 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O Recreio Shopping destacou que a indicação fortalece o debate sobre acessibilidade, diversidade e inclusão, além de ampliar a visibilidade de projetos sociais ligados ao esporte e à transformação humana.

O Rio de Janeiro receberá, pelo segundo ano consecutivo, a Rio Sport Show, feira voltada ao mercado fitness, bem-estar e gestão esportiva. O evento acontece entre os dias 21 e 23 de maio, no ExpoRio, na Cidade Nova, reunindo empresas, profissionais e gestores do setor em uma programação voltada à inovação, tecnologia e geração de negócios.

O Rio de Janeiro será palco, nos dias 11 e 12 de abril de 2026, do Enel Rio Sail Grand Prix, marcando a estreia do circuito internacional SailGP na América do Sul. A competição, conhecida como a “Fórmula 1 dos mares”, acontecerá na Baía de Guanabara e promete transformar o cenário carioca em uma arena de alta velocidade e tecnologia.

Os protagonistas do evento são os catamarãs F50, embarcações de última geração que podem ultrapassar os 100 km/h. Com design aerodinâmico e uso intensivo de inovação, os barcos garantem disputas acirradas e um espetáculo esportivo inédito para o público brasileiro.

A etapa coloca o Rio no seleto calendário global da competição, ao lado de cidades como Nova York e Perth. A escolha da capital fluminense reforça o potencial da cidade para sediar grandes eventos internacionais, unindo sua paisagem icônica à performance de alto nível das equipes.

Entre os destaques está o Mubadala Brazil SailGP Team, que representa o país na liga e chega embalado por bons resultados recentes. A presença do time brasileiro aumenta a expectativa do público e fortalece a conexão local com a competição.

Além do impacto esportivo, o evento deve movimentar o turismo e atrair investimentos para a cidade, consolidando o Rio de Janeiro como um importante hub de eventos náuticos e esportivos. A combinação entre cenário natural, infraestrutura e visibilidade internacional reforça o protagonismo da cidade no circuito global da vela.

Os atletas brasileiros do levantamento de peso, que treinam no Velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, alcançaram resultados expressivos em competições internacionais realizadas no Panamá, no último mês: foram seis as medalhas conquistadas. Enquanto as jovens Sophia Massing e Maria Clara Ribeiro estreavam nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, Laura Amaro e Thiago Félix brilhavam no Campeonato Pan-Americano Adulto de Levantamento de Pesos.

Para o secretário municipal de Esportes, Bruno Ramos, os resultados refletem o investimento contínuo no esporte de alto rendimento.

"Essas conquistas mostram a força do esporte carioca e o impacto direto das políticas públicas no desenvolvimento dos nossos atletas. O trabalho realizado no Parque Olímpico oferece estrutura de nível internacional e cria condições reais para que esses talentos alcancem o pódio e representem o Brasil nas principais competições do mundo", destacou.

As adolescentes Sophia Massing e Maria Clara Ribeiro, ambas de 16 anos, estrearam nos Jogos Sul-Americanos da Juventude na parte de cima da classificação: Sophia faturou o bronze e Maria Clara ficou em sexto lugar de sua categoria.

"Foi minha primeira competição internacional, uma experiência única. Ganhei o bronze e isso vai abrir portas para as próximas. Muito bom para poder iniciar esse ciclo", diz Sophia.

"Amei a experiência de competir pela primeira vez fora do país, me diverti muito. Agora estou mais confiante para o Sul-Americano que teremos em agosto e treinar com equipamentos dos Jogos Rio 2016 é um incentivo a mais", acrescenta Maria Clara.

No Campeonato Pan-Americano Adulto de Levantamento de Pesos, no Panamá, outros dois atletas do Parque Olímpico se destacaram: Laura Amaro e Thiago Félix. Laura conquistou uma medalha de prata e dois bronzes na categoria até 77 kg, além de quebrar dois recordes nacionais: no arranco, com 111 kg, e no total, com 248 kg. A atleta faz parte do Time Rio, parceria entre Prefeitura, Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro, que beneficia 60 atletas de alto rendimento, e segue firme na busca por uma vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

"Foi a primeira competição do ano, que inicia a corrida para Los Angeles 2028. Poder estar entre as melhores da América é muito bom. Com o apoio do Time Rio, tive a oportunidade de estar em Paris 2024 e é uma das minhas maiores alegrias. Espero que a classificação venha para que eu possa viver isso novamente e, quem sabe, sonhar com uma medalha olímpica", diz Laura.

Thiago Félix, campeão mundial em 2024 na categoria até 55 kg, iniciou sua trajetória na divisão até 65 kg com grande desempenho. O atleta conquistou dois bronzes, no arremesso e no total. Além disso, melhorou significativamente suas marcas pessoais.

"Começar o ciclo olímpico com um baita resultado, na minha primeira competição na nova categoria, é uma alegria imensa. Isso me faz acreditar que posso chegar onde tanto sonho, na Olimpíada. Não vai ser fácil, mas estamos trabalhando diariamente", conta Thiago.

Todos eles realizam a preparação diária no Velódromo Olímpico, administrado pela Prefeitura do Rio, via Secretaria Municipal de Esportes. Os treinos, de segunda a sexta, contam com a orientação do técnico Diego Teixeira, que começou a dar aulas voltadas para o alto rendimento em 2018. Os atletas convivem ainda com uma inspiração olímpica. A equipe utiliza equipamentos usados nas provas de levantamento de peso dos Jogos Rio 2016, cedidos por empréstimo pela Marinha do Brasil.

"Essa equipe me enche de orgulho. Vim programando essa competição para a Maria e para a Sophia. Ver as duas, lá fora, buscando resultados e competindo entre os melhores é sensacional. Já o resultado da Laura e do Thiago coloca a gente com um pé gigante dentro da corrida olímpica. A parceria com a Prefeitura é fundamental para chegarmos lá. Deixa a gente no nível dos melhores do mundo", diz Diego.

A equipe já se prepara para o próximo desafio: o Campeonato Sul-Americano, que acontecerá em agosto no Equador. Os quatro atletas têm classificação garantida, e há expectativa de ampliar a delegação, levando ainda mais representantes do Parque Olímpico para a competição.

O bodyboard brasileiro se despede de uma de suas grandes precursoras. Morreu, aos 56 anos, Isabela Nogueira, conhecida como Bela, referência na consolidação do esporte no país. A ex-atleta estava internada em um hospital no Rio de Janeiro, onde tratava uma doença autoimune.

Carioca, Bela foi uma das primeiras mulheres a ganhar destaque no bodyboard nacional, ajudando a abrir espaço para novas gerações no esporte. Seu principal título veio em 1989, quando se consagrou campeã brasileira, em uma época em que a modalidade ainda dava seus primeiros passos no Brasil. Com talento e pioneirismo, tornou-se inspiração dentro e fora das praias.

Além da trajetória esportiva, Isabela também ficou conhecida por sua vida pessoal. Ela foi casada com o ex-jogador Ézio, ídolo do Fluminense Football Club, com quem construiu parte de sua história fora das competições. A morte de Bela representa uma perda significativa para o esporte brasileiro. Sua contribuição foi fundamental para o crescimento do bodyboard feminino, deixando um legado de coragem, representatividade e paixão pelo mar.