Durante dez dias, 30 de agosto a 08 de setembro, o Riocentro será mais uma vez a sede da Bienal do Livro

Por Gabriel Moses

Livros, workshops, palestras, diversidade e educação. Durante dez dias, 30 de agosto a 08 de setembro, o Riocentro será mais uma vez a sede da Bienal do Livro. Com um extenso número de autores renomados, novos nomes da literatura e um número inimaginável de atividades culturais, o evento traz debates e bate-papos, sempre voltados a literatura.

Exatamente um mês antes da realização da Bienal, aconteceu uma coletiva de imprensa no Restaurante Rubaiyat, onde ficaram reunidos diversos digitais influencers e curadorias que participarão desta edição.

O tema “educação” foi o destaque na ocasião. Com diversos projetos voltados para todos os públicos, ficou claro que a Bienal será (como tem sido) um evento feito para todas as idades e todos os públicos sociais. A organização do evento promete realizar uma revolução da leitura nas escolas brasileiras. Além de contar com um Fórum educativo nos dias 2 e 3 de setembro, há um projeto já esquematizado, chamado de “Bienal nas Escolas”, no qual há uma “transcendência da Bienal do Rio”, afirma Marcos Pereira.

Organização da Bienal do Livro reúne jornalistas para coletiva nesta terça-feira (30)

Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL

Em 10 dias, a Bienal do Livro irá reunir 600 mil pessoas em torno do livro. Palco dessa celebração literária, a Barra da Tijuca oferece a cada ano uma melhoria na questão de acesso e mobilidade urbana. Sendo assim, muitas pessoas de outras regiões do Rio, e até mesmo do Brasil, conseguem com mais facilidade participar de eventos assim.

“Estamos na 19ª edição. Eu estava lá na primeira, e participo da comissão organizadora há 10 anos. Acredito que, especificamente para a Barra da Tijuca, é muito interessante ver como a mobilidade, como o Rio de Janeiro se deslocou em direção à Zona Oeste. Lá no começo, as pessoas diziam: ‘Ah, o Riocentro é muito longe, como é que eu vou para lá?’, a mobilidade urbana na Barra melhorou. Isso foi um de vários motivos que fizeram da Bienal do Livro um evento mais popular”, ressaltou Marcos.