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Por Claudio Magnavita

Morador da Barra, Gutemberg Fonseca é um publicitário de sucesso que ocupa hoje o cargo de Secretário Estadual de Governo e Relações Institucionais do Rio. Responsável pela pré-campanha de Jair Bolsonaro e pela campanha do Governado Wilson Witzel é o homem que faz a relação institucional entre Brasília e Rio. Ele falou para o Jornal da Barra no Parque Olímpico e revela os bastidores das duas campanhas que participou e sobre a sua relação com a Barra da Tijuca.

Claudio Magnavita- Primeiro vamos falar dessa sua conexão Rio-Brasília. O fato do Presidente ser do Rio, da Barra da Tijuca e a família Bolsonaro ter um senador e um vereador do Rio, isso dá uma musculatura muito grande. E um momento especial para o Rio de Janeiro?

Gutemberg Fonseca -É verdade. O Rio de Janeiro vive um grande momento. Essa combinação do governo estadual com o federal não poderia ter sido melhor desde a campanha. O governador Wilson Witzel sempre demonstrou a identificação com a ideologia e o caminhar do presidente Jair Bolsonaro. E a gente tem a oportunidade porque o presidente que é daqui do Rio de Janeiro, apesar de ter nascido em São Paulo, ele veio para cá jovem.

A base eleitoral dele é do Rio, os mandatos dele foram no Rio...

Exatamente... e ele já declarou diversas vezes que no dia em que ele parar ele vai se aposentar e voltar para o Rio de Janeiro. Então, é importantíssimo que o estado que já encontrou o seu caminho com essa nova gestão, a gente já começa a ter um norte de responsabilidade, com muita transparência, feita pela gestão do governador Wilson Witzel, e já prepara para o dia em que o presidente da república não quiser mais, resolver se aposentar, encontrar um estado completamente digno de viver.

Como é essa relação sua com o Bolsonaro. Você o chama de Jair. Tem o folclore que vocês já dormiram na mesma cama, é verdade? (risos)

É verdade (risos). Eu o chamo de presidente, desde a pré-campanha. Bem, eu tive a felicidade de, na pré-campanha, estar com ele e eu viajei algumas vezes pelos estados, e eu chegava sempre antes, até para tomar algumas medidas e em uma dessas viagens, em Belém, por exemplo, a gente terminou as agendas, era algo em torno de 00h30, e a gente tinha que viajar 1h15, para levantar e ir para o aeroporto para pegar o avião e ir em outra agenda.

Sempre em voo de carreira, nunca fretado...

Sempre, ele nunca quis, nunca andou em outro voo, sempre de carreira. E nesse dia, o destino quis, para ganharmos tempo e para um avisar o outro por conta do horário, dormir no mesmo quarto de hotel e na mesma cama (risos).

Agora, Gutemberg, me fala um pouco dessa figura, da intimidade do Jair, ainda na pré-campanha. Quando você sentiu que tinha chance de chegar no Palácio do Planalto?

Ele foi sempre oposição a todo sistema que hoje mostra o que acontecia naquela era. Corrupção... enfim, descaso com erário público. Ele sempre foi oposição a isso, mas sempre foi um contra todos, mas quis o destino que a população, no momento do despertar, de ir para a rua, identificasse nele exatamente aquilo que tudo que queriam falar e não tinham quórum, então ele se manifestava, lutava contra tudo e contra todos e a população enxergou nele uma grande representatividade;

As manifestações no aeroporto, com multidão aguardando no aeroporto, isso foi um sinal claro que a campanha estava virando viral, estava se alastrando?

Exatamente, com o passar do tempo ia aumentando o número. Interessante era o número de crianças. Seja de 8 anos de idade, 14, 15, 17... Todas as crianças, todo mundo queria estar presente, tirar foto... Essa manifestação popular pró Bolsonaro foi tomando um corpo que a cada dia a gente via as pessoas indo para a porta do aeroporto e aumentar aquele número e a gente ia entendendo.

Eu vi diversas vezes, não pense que foi fácil, o presidente terminar o dia exausto, cansado e, muitas vezes, triste com tudo, né? Ele foi alvo de muitos ataques, muitas fake news. Foram imputados a ele coisas que nunca passaram pela cabeça dele e que ele jamais tenha feito, e mesmo assim ele foi resistindo e quando ele acordava no dia seguinte ele olhava aquelas mensagens de apoio da população o tempo todo dizendo: “nós confiamos no senhor. O senhor é a grande diferença e vai resgatar o nosso Brasil”. Isso sempre alimentou, sempre foi combustível para continuar cada vez mais.

Você faz a campanha, participa ativamente da pré-campanha do Jair, inclusive daquele livro do Flávio, que foi um sucesso, um marco na campanha, e você também apostou em um candidato que não pontuava nas pesquisas, sempre abaixo de 3%, que era o Wilson Witzel. Como é esse olhar de publicidade, porque você é publicitário, um homem de marketing, como é a sua gestão e olhar e perceber além do horizonte?

Primeiro a questão do livro ‘Jair Messias Bolsonaro: Mito ou Verdade’. Em um certo momento da campanha, conversando com o hoje senador Flávio Bolsonaro, apontava na pesquisa que a população tinha dúvida. E a dúvida era por não conhecer o Jair Bolsonaro naquele momento. Então, mais do que oportuno criar o livro para as pessoas conhecerem um pouco mais.

Ter uma rotina de coerência na vida política dele...

Exatamente, e ver a história, tudo aquilo que ele passou, com fotos, baseado em fatos reais, e aí foi quando falei: “Flávio, vamos fazer o livro. Você vai atrás do seu pai, começa a escrever, traz para cá para dentro, que a gente gerencia uma equipe, tem uma estrutura pronta, e vamos fazendo o livro. E aí sim conseguimos lançar o livro ‘Jair Messias Bolsonaro: Mito ou Verdade’, que aquele que ainda não leu, se puder ter a oportunidade vá buscar, porque tem histórias maravilhosas, histórias de sucesso, que hoje você vê as coisas acontecendo você vê nesse livro e entende o motivo de tanta garra, tanta dedicação ao povo, tanta crença que este país vai mudar.

E no caso do Witzel? Você aposta em uma candidatura que ninguém achava que era viável.

Então, naquele momento a gente tinha o presidente da república, o senador, e toda a estrutura de um partido que começava aqui, que era o PSL (Partido Social Liberal) em prol do presidente. Então, estávamos focados nisso, quando surge a oportunidade de ter um governador alinhado à ideologia e às questões que o presidente vinha pregando...

E um juiz federal, num momento em que isso era um peso.

Verdade, um ex-juiz federal tinha e tem tudo aquilo que a população precisa. Para mudar, definitivamente, aquele sistema passado, aquela coisa que machucou muito a população. Foi quando a gente definiu de que era a melhor opção para o estado do Rio de janeiro e vem mostrando agora...

Os dois têm um elo em comum de ter duas primeiras damas carismáticas. Qual o papel delas, em nível federal e estadual, para amenizar e trazer doçura a esses gestores.

O pilar de sustentação todo são delas. Tanto pelo presidente, a dona Michele sempre foi muito humana, muito dedicada, o olhar dela sempre foi um ‘olhar população’. E a primeira dama do estado também. A dona Helena marchou o tempo todo e marcha ao lado do governador, ela diversas vezes, até hoje, é o momento do equilíbrio. O homem diversas vezes precisa da mulher ao lado para dizer: “hei, presta atenção aqui, olha ali”.

E para largar uma carreira de total estabilidade e entrar naquilo que parecia ser uma aventura política nesse processo eleitoral?

O governador fala isso até hoje, que foi importante ter a família ao lado e a dona Helena foi fundamental. Se ela um dia diz: “não faça isso, não vá por esse caminho”, dificilmente o governador viria, e ela foi de suma importância, não só na campanha como está sendo na gestão. Em todos os momentos decisivos ela foi um pilar de sustentação de todas as decisões do governador.

Gostaria de mergulhar um pouco no Gutemberg Fonseca, eu falei que você é marqueteiro, publicitário, pilotava uma agencia de propaganda que tinha vários clientes na área de varejo. Conta como foi sua trajetória de sucesso na questão da publicidade e do marketing.

Na realidade a empresa ainda existe, eu tive que me licenciar por conta da legislação, que comanda são meus familiares e segue bem, graças a Deus.

Você trabalhou com supermercados?

Sim, centro automotivo... sempre na área de varejo.

O que a mídia tem que pegar sempre você, identificar você com uma característica da sua carreira profissional que é ser juiz de futebol. Ou seja, qualquer nota que sai, primeiro não se fala do empresário, publicitário de sucesso, mas fala sempre do juiz, aliás juiz da FIFA. Como é que você vê o juiz se sobrepondo ao seu sucesso empresarial como homem de marketing, publicitário?

Acho que por conta da própria publicidade, né. A minha publicidade, meu nome foi em cima desse outro lado, dessa minha carreira de árbitro de futebol, e é o topo chegar ao quadro da FIFA que muito me orgulha. Tenho orgulho muito grande de ter feito parte desse quadro, e eu trago para vida de um modo geral tudo aquilo que vivi no campo.

Agora diz que árbitro de futebol dá uma lição enorme na vida que é aprender a apanhar ne porque o árbitro de futebol não é nada mais xingado, aliás sua mãe coitada. Me fala do calejamento que dá ser árbitro de futebol com relação a vida.

Primeiro que quando você escolhe isso para você, você tem que escolher também uma nova mãe e eu tenho duas, nesse caso duas. Uma que fica sempre em casa e outra que eu sempre levo para a beira do campo. Mas de certa forma é bem verdade porque o árbitro não consegue agradar a todo mundo, quem sou eu para querer agradar a todos? Se Jesus não conseguiu, nosso líder maior, quem sou eu.

E outra característica sua, que a maioria desconhece ou não fala, que é ser um excelente gestor na área de turismo. Você foi diretor da TurisRio, teve a oportunidade de cuidar da imagem da promoção do turismo do Rio de Janeiro, do Estado do Rio e você foi também Secretário Municipal nesse segmento. Me fala dessa experiência sua nesse segmento de turismo e falando nisso, dentro desse equipamento turístico hoje que é o legado das Olimpíadas muito grande para o Rio de Janeiro.

É verdade, porque na verdade o turismo é um grande canal de comunicação, né, o turismo é exatamente isso e quando você aplica essa comunicação a tendência natural é você fazer promoção, é você promover. Eu tive a oportunidade como você bem disse, de ser diretor da TurisRio, fui diretor de marketing da secretaria estadual de turismo e fui secretário municipal também de turismo, grande garoto propaganda do município do Rio de Janeiro. Quando você pega as propriedades quem tem naquela localidade e você associa ao garoto propaganda a tendência natural é de fomentar cada vez mais.

E a questão do mercado do resgate, da autoestima. O setor do turismo quando você vê o seu destino, a sua cidade, o seu país, o povo, o visitante e isso eleva a autoestima do povo.

E isso é natural, né. É natural, quando você consegue atingir o ápice do turismo, a tendência natural é de todos os outros setores serem beneficiados, tanto na parte econômica, como na parte de educação ne, porque você automaticamente trazendo mais o turismo, tende a você qualificar as pessoas que vão trabalhar com o turismo, e aí você amplia alguns leques da educação. A segurança a mesma coisa.

Sem falar da geração de empregos

Exatamente. Você vê, o Estado do Rio de Janeiro precisa muito disso hoje, precisa de receitar novas para ajudar a alavancar, a trazer o Estado de volta e por isso que o governador constantemente fala que o grande petróleo do estado do Rio de Janeiro é o turismo. É o grande norte de saída para o Estado, não o único, também, o grande norte de saída por conta daquilo que o turismo pode agregar, que o turismo pode trazer para o estado.

Já que estamos falando para o Jornal da Barra, e você é morador da Barra, gostaria de falar sobre a importância que a Barra da Tijuca tem para a economia do Rio de Janeiro.

Olha, a Barra da Tijuca é um local maravilhoso. É um bairro maravilhoso. Eu tenho até uma passagem enquanto eu fui árbitro de futebol, inclusive no quadro da FIFA, quando juízes do exterior, que vinham atuar em jogos aqui no Rio, e queriam conhecer a Barra da Tijuca.

Essas praias maravilhosas, o potencial hoteleiro para o mais variado público e das mais diversas classes, enfim... restaurantes maravilhosos. Hoje, por conta do seu crescimento, a Barra da Tijuca é igual coração de mãe, sempre cabe mais um. É impressionante pois as pessoas vêm de fora para a Barra, mas não querem sair daqui, pelo contrário, querem ficar.

Nós estamos gravando na Barra e temos esse equipamento que é um legado olímpico. Me fala um pouco do Parque de Golfe Olímpico.

Isso aqui é impressionante, as pessoas que não conhecem precisam vir aqui conhecer. Muita das vezes as pessoas podem dizer: ‘ah, mas eu vou lá fazer o que? Não sou jogador de golfe’, aqui não é só pra jogador de golfe. Temos uma área de 1 milhão m², uma área completamente recuperada, e temos que exaltar muito o trabalho do engenheiro agrônomo Carlos Favorito, que sempre teve um cuidado especial com essa área.

A gente vê aqui que é uma área completamente recuperada porque antes, além de todo o estado de degradação que existia, tinham vegetações que não eram da região, e muita das vezes invadiam aqui por falta de arrumação, e hoje não. Hoje, tudo que você encontra aqui, com dois lagos artificiais, os jacarés saem da lagoa e querem ficar aqui, pois aquela lagoa está com problema, mas aqui não. As vegetações são nativas.

Aqui nós temos, por exemplo, uma borboleta, chamada ‘borboleta da praia’, em extinção, e que aqui está procriando. As pessoas precisam vir aqui. Tem restaurante, uma área hiper-confortável para se tirar fotos, para olhar o ambiente, ver o melhor pôr do sol do Rio de Janeiro, depois é claro da Urca, que é incomparável.

Na sua secretaria, você tem a responsabilidade do Programa Segurança Presente. Você tem desenvolvido a locução do Barra Presente. Aliás, você conseguiu unificar os programas, tirar a questão do regionalismo e virar um programa global do Governo do Estado, inclusive com iniciativas volantes, no momento em que há muitos eventos na região, me fala sobre isso.

Foi mais uma promessa de campanha do governador Wilson Witzel, a expansão do Programa Segurança Presente. Uma das coisas que é de suma importância na gestão moderna é a sinergia e a comunicação entre os setores, e é mais uma exigência também do nosso governador, que todos eles caminhem juntos, por que aí fica muito mais fácil de você entregar.

A nossa grande responsabilidade é entregar à população. Nossa população merece ter o estado do Rio de Janeiro de volta, e assim, a gente já elaborou estudos para trazer para a Barra da Tijuca a expansão do Programa Segurança Presente que, aqui, vai se chamar Barra Presente, e vai contar com alguns policiais militares e civis em prol da cidadania.

Esse programa cruza as fronteiras da segurança. Ele é muito mais do que segurança. Ele é um programa de assistência social, que atende a população de um modo geral, quer um menor que está no sinal, por exemplo, muita das vezes, com a falta de oportunidade. Esse programa, literalmente caminha com a assistência social.

Existem novos autores agora nesta expansão, que é a polícia civil, para não atrapalhar o trabalho da delegacia, pois muita das vezes, quando você implanta o programa, o número de ocorrências aumenta. Aí você tem um policial civil que ajuda nessa serenidade do processo, até para o nosso efetivo não ficar preso na delegacia. Ele pode atender rápido e depois voltar pro seu posto para ajudar em todo o programa.

Agora, você tem um outro morador da Barra, o chefe de gabinete, Marco Aurélio Paes. Um apaixonadíssimo pela Barra da Tijuca, tem toda a sua família enraizada aqui... Como que é ter o Marcos Paes como seu braço direito?

Tenho muito orgulho pois, além disso, ele é um grande ambientalista também. Ele, que começou lá no IEF (Instituto Estadual Florestal), tem suma importância e aplica essas questões também, nos ajudando muito, pois preservamos esse lado ambiental. E a Barra da Tijuca é tudo isso também. É muito ambiental.

Tenho muito orgulho de ter um chefe de gabinete que conheço a tantos anos, tão dedicado a esse segmento e ser um residente, defensor e entusiasta da Barra da Tijuca.

Agora eu queria que você falasse um pouquinho da questão dos desafios. Como é que você vê o estado do Rio de Janeiro dentro de dois anos por exemplo?

Então, a gente tem uma grande esperança. Agora mesmo foi apresentada ao ministro Paulo Guedes, a nova proposta da recuperação fiscal do Estada. A gente acredita que ele vai atender aquilo que foi apresentado para equipe do governador. A gente acredita que a questão dos royalties do petróleo vai continuar no Estado Rio de Janeiro porque qualquer coisa diferente disso é pior ainda para o Estado, enfim, como disse anteriormente o Estado do Rio de Janeiro começa a ter um norte, a gente começa a ver uma luz lá no final, e a gente está seguindo e que sem dúvida nenhuma, num curto espaço de tempo, que já vem apresentando os números, os índices, por exemplo a questão da segurança, as três prioridades, que é um plano do governo, do nosso governador Wilson Witzel, que é segurança, combate à lavagem de dinheiro e corrupção e a reorganização das contas públicas, para a gente avançar em outros quesitos também importantes, como saúde, economia, educação, enfim, agora o Estado já começa a caminhar sabendo onde está pisando, porque quando a gente assume, a gente pega um Estado com 8 bi de déficit, 17 bi de créditos a pagar, a primeira preocupação é peraí, a gente tem que primeiro botar a mão na massa e saber aquilo que a gente tem na mão, e aí agora a gente começa a ajustar as coisas e já responder com os índices.

Agora temos planejamentos, temos metas para entregar a médio prazo e também a longo prazo. Sem dúvida nenhuma, ao término dessa gestão do governador Wilson Witzel o Estado do Rio de Janeiro vai estar completamente diferente, e mais ainda, a população não somente orgulhosa mas com vontade de trazer outras pessoas para conhecer esse Estado tão maravilhoso.

Não poderia encerrar a entrevista sem antes colocar um assunto que é muito importante, que é a sua amizade e a possibilidade sua com o senador Flávio Bolsonaro. ... e sobretudo a forma de conduzir a política. O zero um, o Flávio Bolsonaro, que é o senador, o filho mais velho do presidente, ele tem tido sempre um catalizador de conselhos, e uma pessoa muito empoderada. Como é o Flávio na intimidade? Como é conviver com esse jovem que muito jovem já chega ao cargo de Senador de República?

Pessoa de tamanha responsabilidade, um grande pai de família, muitas das vezes as pessoas que não conhecem, o atacam...

Pelo sobrenome?

Exatamente. Esquecem quem é o ser humano. E ele é um grande pai de família, pai de duas meninas lindas, maravilhosas, um pai dedicado, um marido que dá atenção à sua esposa, um homem de família, que zela pelos costumes, pelo hábito tradicional da família, é lógico que você vai querer sempre estar do lado de uma pessoa assim, que é o meu caso também, eu sou pai de família, tenho dois filhos tenho um casal, minha esposa, meu pai, minha mãe, enfim então é natural

... a quem dar satisfação

Exatamente. Então, eu acho é que assim, o mais importante é que as pessoas antes, seja lá quem for, antes de falar, de atacar, procurem saber um pouco mais. Ninguém até hoje, eu nunca vi, em nenhum jornal, em nenhum veículo dizer assim ó “Flávio Bolsonaro é um grande pai de família” porque ele é um pai de família. Ele tem uma família que ele se dedica muito. E muita das vezes esses ataques refletem diretamente na família. E aí que é uma maldade muito grande. Você atacar pessoa jurídica, quero atacar um senador, quero atacar a personalidade é uma coisa, mas quando você de uma maneira que você não tem prudência e você leva esses ataques para dentro da família aí é de uma grande deslealdade.

Bom obrigado pela sua participação. E uma palavra final para os leitores...

Bem, acreditem no Brasil, acreditem no Estado do Rio de Janeiro, nós vivemos agora nesse exato momento um grande momento, um momento de mudança, um momento de renovação, momento esse que precisava e tanto o país como o Estado do Rio de Janeiro não poderia estar em mãos melhores, tanto o presidente da república, Jair Bolsonaro que lutou muito, que sofreu muito, e ainda luta e sofre em prol de entregar aquilo que a população acreditou. Assim acontece no estado do Rio de Janeiro: um ex-juiz federal, que abandonou sua carreira e o conforto de sua família para dedicar para também, entregar aquilo que o incomodava e também à toda a população, e agora, mais do que nunca, temos a oportunidade de, juntos, fazer o estado voltar a ser um estado maravilhoso, em que a população sempre teve orgulho em dizer: ‘eu sou carioca, eu sou fluminense’.