Fone: (21) 2042-2955 -  redacao@jornaldabarra.com.br

Pin It

De acordo com o ten. cel. Segala, comandante do 31º BPM, que esteve presente no XVII Fórum de Segurança que ocorreu no hotel Ramada, assaltar portando armas falsas virou uma prática comum entre os criminosos que atuam na Barra da Tijuca, e a ação dos bandidos tem uma explicação: quando eles são presos, acabam sendo liberados, já que aos olhos da lei não estavam levando nenhum armamento letal: “sou crítico às nossas leis, porque acho que elas deviam ser adequadar à nossa realidade”, disse o comandante, que teve o comentário endossado pelo delegado Antônio Ricardo Nunes: "a justiça concede liberdade de custódia muito facilmente. Os criminosos alegam coação da polícia. Por isso nos antecipamos e filmamos nossas ações".

Segala também afirmou que o apoio da sociedade civil organizada é importantíssimo na cobrança das autoridades por leis que sejam mais severas. O comandante usou o exemplo do Estatuto da Criança e do Adolescência (ECA). Ele atribui uma fragilidade do estatuto ao fato de ser uma lei inspirada em países de primeiro mundo, que tem características e necessidades diferentes das que o Brasil possui. Segala também fez questão de defender a Polícia Militar e fez um questionamento: “será que toda bala perdida em comunidade vem da polícia?”.