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Por Ive Ribeiro

O projeto Rio+Seguro chega ainda em janeiro aos bairros de Jacarepaguá e Campo Grande. A novidade foi publicada na edição de quinta-feira (2) do Diário Oficial do município. Em Jacarepaguá, o programa que visa o reforço na segurança desenvolvido pela prefeitura atuará na Freguesia, Anil, Taquara, Pechincha, Tanque e Praça Seca. O Rio+- Seguro já atua nos bairros de Copacabana e Leme e na Cidade Universitária, no Fundão.

Já em Campo Grande, na zona oeste, a área de atuação será restrita ao centro do bairro. O patrulhamento funcionará das 7h às 22h, e a previsão é que o primeiro módulo da expansão, na Freguesia, seja instalado na segunda quinzena de janeiro.

Ainda segundo os dados da prefeitura, o efetivo empregado nesses dois bairros será de 840 agentes, divididos em turnos. A estimativa de investimento é de R$ 3,8 milhões por mês, que será pago por associações comerciais locais e pelo Fundo Especial de Ordem Pública (Feop), composto, além do orçamento municipal, por receitas dos serviços de remoção, leilão e estadia de veículos, multas aplicadas no transporte remunerado irregular de passageiros e no VLT, e 50% das receitas do Programa Lixo Zero.

A Associação Comercial de Jacarepaguá é a primeira parceira a aderir ao projeto oferecendo melhorias de estrutura da futura sede do Rio+Seguro Jacarepaguá. “Outras parcerias estão em estudo”, diz a Secretaria de Ordem Pública em nota.

O Rio+Seguro em Jacarepaguá e em Campo Grande, diferentemente do modelo adotado em outros bairros, com adesão de policiais militares na ativa contratados no período de folga por meio do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), contará também com bombeiros e policiais militares e civis aposentados e da reserva. De acordo com a prefeitura, o projeto, que opera desde dezembro de 2017, já registrou 987 prisões e 526 apreensões de crianças e adolescentes em flagrante em Copacabana e no Leme.

Os números foram obtidos até novembro do ano passado. Também foram registrados 200 foragidos da justiça capturados neste mesmo período. O valor mensal total para manutenção nestes locais é de R$ 960 mil mensais: R$ 800 mil para Copacabana e Leme, financiados pelo Fundo Especial de Ordem Pública, e R$ 160 mil para o Fundão, recebendo investimento integral da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).