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Por Danilo Freitas

Muito se questiona sobre o avanço da tecnologia, mas pouco se fala o que é. Tecnologia não é uma força que evoluí só nos computadores e sim desde o fio de linha que se costura uma roupa até o pensamento mental de cada individuo. Com a evolução dos bens de consumo, contrapartida o social e de status as pessoas chegaram a um determinado estágio em que se encontram doentes mentalmente, porém, poucos se atentam sobre essa doença sombria e individualista que assola o ser humano no século XXI.

Trata-se de certo pânico; toda sociedade está competitiva, tornando as pessoas paranóicas e com seus projetos em segredo absoluto “Boca de siri”, nada de compartilhar ou curtir e elogios só por interesse. Sobretudo, a doença do “EU A SI PRÓPRIO” tem atingido com maior parte os jovens, são eles os mais afetados e que menos dão seus sinais de alertas para uma possível ajuda.

Percebendo todo esse holocausto social, Elenara Finger que tem como formação em seu currículo a Psicologia e moradora do Recreio dos Bandeirantes, realiza atendimentos voluntários e assim contribuí com um resultado positivo no quadro clínico de pessoas que não possuem acesso a uma consulta com especialista, seja por situação financeira ou desamparo governamental.

“Percebi que a sociedade estava doente e que muitas pessoas não tinham acesso a psicoterapia por não possuírem condições de arcarem com os custos de uma consulta, no valor integral, ou por não possuírem um plano de saúde, dificuldades estas que acabam gerando um estresse e até depressão (principais casos encontrados hoje nos atendimentos). Então, decidi oferecer alguns horários para atendimento social como forma de fazer minha parte como cidadã e profissional, possibilitando -na medida do possível- uma melhora na qualidade de vida das pessoas”. Comenta Elenara.