Criada no final de 2016 com o intuito de melhorar e aprimorar a segurança da Barra e do Recreio, a Associação Comunitária Bairro Seguro (ACBS) – que hoje é chamada de Rio Alerta – começa a colher os frutos.

Com um equipamento de primeira linha para monitorar câmeras de segurança dos associados, que vão de shoppings a hotéis, passando pelas associações comunitárias, eles também contribuem com ações do 31º BPM, com um canal exclusivo de comunicação e espelhamento do software da área de atuação do batalhão.

Nos últimos meses, várias operações da PM tiveram êxito com a colaboração do Rio Alerta. Em uma delas, dois meliantes, um com bicicleta e outro com um carrinho de madeira, foram flagrados retirando uma moto – aparentemente roubada - no mato da Avenida Imperatriz Leopoldinense, próximo ao condomínio Cidade Jardim. O Rio Alerta comunicou o corrido ao Batalhão, que rapidamente passou as instruções para o 18º BPM, já que a área em questão pertence ao comando de Jacarepaguá. Os ladrões foram presos.

Em outro caso, este na Barra da Tijuca, na Avenida Via Parque, que é a via que passa nos fundos do condomínio Le Park e do Village Mall, um carro parou na rua e começou a jogar entulhos na Lagoa da Tijuca. Novamente o Rio Alerta entrou em ação, captando as imagens do ocorrido por meio das câmeras do shopping, e enviando as informações para o 31º BPM. Entretanto, neste caso, a patrulha não teve êxito na ação.

Monitoramento também pelas redes sociais

Além dos canais de vídeo, o Rio Alerta também está presente nas redes sociais. Certo dia, uma internauta publicou um possível assalto perto da estação de BRT Gilka Machado, no Recreio dos Bandeirantes. A Associação ficou monitorando o twitter para saber se outras pessoas também se manifestariam o acontecimento. Como isso aconteceu, eles acionaram o 31º BPM, que enviou uma patrulha para o local, prendendo os criminosos.

Esses casos compravam a eficiência do monitoramento do Rio Alerta tanto pelas câmeras, quanto pelos programas de conversas on-line. Além disso, mostra que o tema da segurança região da AISP 31 não está preocupando apenas as polícias civil e militar. Mas também o comércio, a hotelaria e os próprios moradores, já que todas as classes colaboram para a manutenção e consolidação da Associação.